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日志


6月8日

Drogas???? Não!!!!!!!!!

VAI UM TECO AE MALUCO???
LEIA...


TRAFICANTE - Fala aê merrrmão...
FILHO - Me arruma um pó de cinqüenta...
TRAFICANTE - Segura aê...
FILHO - Valeu...
TRAFICANTE - O pó tá acabando... mas amanhã a gente vai invadir o morro
ali do lado... Vamú tomá as boca e ficá cus bagulho...
FILHO - Já é... Demorô... invade mermo... domina geral... Se entrar na
frente mete bala de "AK"...
TRAFICANTE - Valeu, "preibóy"... É nois...


No outro dia...


MÃE - Bom dia meu filho... que cara é essa...??
FILHO - Nada...
MÃE - Você está bem?
FILHO - Tô bem, pô!! Que saco.... me deixa em paz...merda.

A essa altura, o filho ainda drogado se tranca no quarto. A mãe
preocupada bate da porta...

MÃE - Meu filho... estou indo pro trabalho... deixei seu café pronto,
um beijo, fique com Deus.
FILHO - Não enche... vai logo...

A mãe pega o carro e se dirige ao trabalho, quando de repente em uma
rua qualquer...

TRAFICANTE - Paraê Tia... perdeu... perdeu...
TRAFICANTE - Sai... Sai... Sai...(em desespero a pobre mulher tenta
fugir e arranca com o carro - uma rajada de tiros acontece...)

Em casa o telefone toca...



FILHO - Alô!
POLICIAL - Quem fala?
FILHO - Quer fala com quem?
POLICIAL - Aqui é o Tenente Alberto, eu poderia falar com algum parente
da Sra Rita?
FILHO - Po...polícia?? (o filho desliga o telefone sem ouvir o
policial)

Minutos depois ele sai de casa pra comprar mais pó. Logo a frente tem
uma visão terrível...

FILHO - Mãeeeeeeeeeeee !!! Não!!! Não!!!
FILHO - Como isso pode acontecer???
POLICIAL - Sinto muito, traficantes tentaram roubar o carro de sua mãe
pra invadir um morro... eles a mataram...
FILHO - Mãee! Nãão....


ANTES DE "CURTIR" UMA ONDA NOVA,
ANTES DE DAR UM TEQUINHO INOCENTE,
ANTES DE FUMAR UM BAGULINHO NATURAL,
ANTES DE DAR DINHEIRO AO TRÁFICO
PARA QUE ELES COMPREM UM ARSENAL E
MATEM ALGUÉM QUE VOCÊ REALMENTE GOSTA,

PARE E FAÇA ALGO QUE VOCÊ NÃO FAZ HÁ MUITO TEMPO... PENSE!!!

ISSO TUDO QUE ESTÁ ACONTECENDO É CULPA DE QUEM USA DROGAS E ENCHEM O
BOLSO DESSES TRAFICANTES DE DINHEIRO.

VAMOS PASSAR PRA FRENTE ESSE PROTESTO!!!

Quem compra drogas patrocina a violência!

A divulgação é de acordo com a consciência de cada um... Eu fiz a minha
parte...
6月7日

Dia 06/06/06 é o dia da Besta? É o dia do 666?

O que significa o 666?

A data de 06-06-06 fez surgir muitas perguntas sobre o 666 do Apocalipse de São João. O que ele significa? Os católicos não podem se deixar levar pelas superstições que se originaram ao redor desta data. Para não ser enganado é preciso saber o que os números representavam para os antigos judeus. Por exemplo, os 144 mil eleitos (Apocalipse, cap. 14): é o povo cristão, que não aderiu ao culto imperial, permanecendo fiel a Cristo. 144.000 = 12 x 12 x 1000. O número 12 era símbolo da perfeição e é citado 187 vezes na Bíblia. O número 1000 representava a glória de Deus.

O simbolismo do 666 é claramente interpretado pela Igreja. A mentalidade judia afirmava que o número 7 significava a perfeição e o contato com Deus, e o que estava abaixo era imperfeito, de modo que o número 6 era sinal de imperfeição, erro. Temos por exemplo os 7 Sacramentos, os 7 dons do Espírito Santo, as 7 dores de Virgem Maria e de São José, etc; é um número símbolo de perfeição. O número 6 repetido quer dizer "perfeição da maldade" e o autor do Apocalipse identifica a besta com o 666, fala desta como de vários personagens ou de alguém que perseguia os cristãos dessa época.

É bom lembrar que o Apocalipse foi escrito no final do séc. I (95 d.C), em grego, e tinha como destinatário as comunidades cristãs da Ásia Menor (Ap 1,4; 2,1-3,22) que falavam o grego. Nessa época, esta região estava sob o domínio do Império Romano e o Cristianismo era duramente perseguido pelo terrível imperador Domiciano (81-96 d.C). Este imperador se considerava um deus e exigia que todos os seus súditos o adorassem, o que os cristãos jamais aceitaram.

São João, assim, escreve o Apocalipse, divinamente inspirado, e proclama que, no final, o Cristianismo sairá vencedor. Querendo dizer quem era a Besta, sem poder falar claramente para não ser acusado de crime de "lesa majestade" (estava desterrado na ilha de Patmos por causa da Palavra de Deus - cf. Ap. 1,9). De maneira que o apóstolo fez uso da gematria, que consistia em atribuir um número formado pela soma das letras de certo alfabeto para expressar uma verdade conhecida pelos leitores.

Os povos antigos não usavam o sistema arábico (o nosso) para expressar os números, mas sim, as próprias letras do alfabeto. Os romanos usavam apenas 7 letras. Também os judeus e os gregos atribuíam números às letras de seus respectivos alfabetos, mas de forma muito mais ampla que os romanos, já que toda letra (grega ou hebraica) possuía um certo valor. Alfabeto Grego: Alfa = 1; Beta = 2; Gama = 3; Delta = 4; Epsilon = 5; Stigma = 6 (antiga letra grega que depois de certo tempo deixou de ser usada); Zeta = 7; Eta = 8; Teta = 9; Iota = 10; Kapa = 20; Lamba = 30; Mu = 40; Nu = 50; Xi = 60; Omicron = 70; Pi = 80; Ro = 100; Sigma = 200; Tau = 300; Upsilon = 400; Phi = 500; Chi = 600; Psi = 700 e Omega = 800. Alfabeto Hebraico: Alef = 1; Bet = 2; Guimel = 3; Dalet = 4; He = 5; Vau = 6; Zayin = 7; Chet = 8; Tet = 9; Yod = 10; Kaf = 20; Lamed = 30; Mem = 40; Num = 50; Sameq = 60; Ayin = 70; Pe = 80; Tsadi = 90; Kof = 100; Resh = 200; Shin = 300; Tau = 400.

São João era de origem hebraica e escreveu o Apocalipse em grego. Se fizermos a gematria da expressão grega "NVRN RSQ" (César Nero), usando o alfabeto hebraico, totalizaremos 666, pois: N(50)V(6)R(200)N(50) R(200)S(60)Q(100)=666.

As comunidades da Ásia Menor falavam o grego, mas conheciam os caracteres hebraicos. São João misturou aí os dois idiomas, ou seja, o grego e hebraico por esse fato. Se, acaso, o livro caísse nas mãos das autoridades romanas, que não conheciam o hebraico, não colocaria em risco seus leitores. Nero (†67) foi o primeiro grande perseguidor dos cristãos e, na época em que foi escrito o Apocalipse (anos 90), Domiciano voltava a perseguir os cristãos com mais força e crueldade. Era "um novo Nero". Esta e outras evidências levaram aos estudiosos a interpretar que a Besta do Apocalipse era o próprio Imperador Romano, perseguidor dos cristãos.

O Ap 17,10-11 reafirma esta interpretação. Este versículo diz: "São também sete reis, dos quais cinco já caíram, um existe e o outro ainda não veio, mas quando vier deverá permanecer por pouco tempo. A Besta que existia e não existe mais é ela própria o oitavo e também um dos sete, mas caminha para a perdição". Os reis de que trata a citação são os imperadores romanos. Considerando, cronologicamente, os imperadores a partir da vinda de Cristo, até a época da redação do livro do Apocalipse: 5 já caíram - Augusto (31aC-14dC), Tibério (14-37dC), Calígula (37-41dC), Cláudio (41-54dC) e Nero (54-68dC); 1 existe – Vespasiano (69-79dC); e 1 que durará pouco – Tito (79-81dC: só 2 anos!); a besta é o oitavo – Domiciano (81-96dC).

E as duas bestas (Apocalipse, cap.13) quem são? A primeira besta, que sobe do mar (v. 1), é o próprio imperador de Roma, Domiciano (como foi explicado); o mar é o Mar Mediterrâneo, onde se localizava Roma, a capital do Império. Sua autoridade vem de Satanás (v. 2) e as palavras blasfêmicas que profere (v. 5) se referem ao culto de adoração ao imperador imposto por Domiciano a todos os povos do Império. A segunda besta, que sai da terra (v.11), classificada como "falso profeta" (Ap 16, 13; 19,20; 20,10), é a ideologia do culto imperial favorecido pelas religiões pagãs. A prostituta (caps. 16-17) significa a Roma pagã e idólatra (v. 9). Os reis das terras que se prostituíram com ela (v. 2) são os povos que adotaram o culto de adoração ao imperador.

De maneira figurada o 666 pode ser símbolo também de toda força, cultura, pessoa, que combata contra Deus e a sua santa Igreja. São João dizia, no séc. I, que o anti-Cristo já estava no mundo.

Autor: Prof. Felipe Aquino


Mensagem que minha amiga Pri me enviou por e-mail. Vale a pena Ler!

Olá, bom dia!!!

Quero partilhar contigo, a reflexão que uma amiga muito especial, escreveu a respeito da adoração.

Leia com atenção!!!

A adoração se desprende do templo e toma o seu lugar devido: O coração do homem. A mais perfeita e agradável adoração só pode surgir do interior do coração. A essência da adoração é quando o seu coração e alma estão ligados a Deus. Adorar é reconhecer a Deus pelo que Ele é, não apenas pelo que ele faz.Adorar é mais que cantar canções ou dizer belas palavras. O verdadeiro adorador adora em todo tempo e lugar,em toda e qualquer circunstância e com toda sua vida. O adorador é um homem segundo o coração de Deus e que faz a vontade de Deus. Deus não busca adoração, Ele busca adoradores. A nossa adoração em nada completará a Deus. Ele já é completo. Ele basta-se a si mesmo. A adoração é algo que preenche e satisfaz o coração do homem, fazendo com que ele ame a Deus com profundidade,pois o amor é o conteúdo da adoração. A adoração é uma resposta do homem ao constante amor de Deus por nós. Adorar significa reconhecer que Ele é Deus e que pertencemos a Ele.

Tenha uma abençoada semana!!! Que o Espírito Santo os conduza durante toda essa semana, dando-lhe discernimento e sabedoria, para tudo o que ocorrer em sua vida!!!

Abraço fraterno,

Pri

“Precisava dizer: Te amo mãe...”

O tempo passa e com ele vem a sabedoria da vida, a qual não é conquistada somente nos momentos bons e alegres, mas também, e principalmente, nos momentos de dor e provação. Então nos sentamos e nos pomos a refletir o que foi a nossa vida; os rastros que deixamos em nossa existência. E assim vamos nos recordando de todos os momentos pelos quais passamos: das gargalhadas noturnas com os amigos, irmãos e primos no quarto; das gafes cometidas; das broncas que recebíamos; do amor recebido, e como é bom recordá-lo, não é ? É bom porque lembra-nos que em nós existe o potencial de amar, e nos garante a existência dele. Enfim... Vemos que tantas coisas deixaram marcas em nós.

 

Foi o que eu fiz ao dialogar com Deus. Isso sempre é bom, pois nos leva a observar como andamos e o que somos. No entanto, poucos, hoje, param para revisar o texto de sua própria vida. Então, me veio à mente e ao coração uma das principais coisas que marcaram a minha vida de uma forma indelével: minha mãe! E fiquei refletindo esta palavra: “Mãe”. E assim fui descobrindo muitas coisas em minha vida. E percebi que Deus foi tão bom comigo que me deu três mães maravilhosas! Cada qual com seu jeito especial de ser, porque nenhuma mãe é igual à outra, porque todas são especiais, principalmente as minhas... E se algo é especial, é porque é único em nossos corações, sem igual. E as pessoas não se tornam especiais para a gente pelo o que elas nos dizem, ou nos fazem, mas pela maneira como elas atingem os nossos sentimentos. As pessoas esquecerão o que você disse, esquecerão o que você fez, entretanto, elas nunca esquecerão a maneira como você as tratou.

 

Por um tempo, fui criado por minha avó materna. A vovó Nina. O nome já diz, era uma menina... O tempo não conseguiu roubar dela este encanto e beleza de menina, de mulher. Nela se encontravam determinação, carinho e correção. E o que seria de nós sem as correções certas, nos momentos adequados? Mulher que chora; mulher de fé. Ainda hoje me recordo de seus risos. Ela não está mais em nosso meio, Deus não a levou à toa... As coisas vãs  não trazem frutos para a vida dos que a circundam. Porém, tudo o que vem de Deus é bom, e traz grandes frutos; e frutos de vida eterna. Com o falecimento dela, eu me encontrei com Jesus. Eu, que era ateu, naquele momento de dor e sofrimento me encontrei com Deus que é Pai, mas que é também Mãe. E assim o restante de minha família também se aproximou mais de Deus.

 Anos mais tarde, fui morar com minha mãe. Seu nome é Gisele. Delicado igual a ela; também muito bonita. Sensível e boa conselheira, mulher das dores, mulher das vitórias. Ah! Se todos conhecessem o testemunho dela... Com certeza, muitos voltariam para Deus.

A terceira Mãe é aquela que está sobre todas as outras, pois em sua singular qualidade Ela forma todas as outras meninas, mulheres e mães: Maria! Se eu fosse falar dela, nunca terminaria, porque Ela é mistério de amor, o qual se deixa revelar na simplicidade dos corações.

Com isso fui me alegrando com as lembranças. Porém, em determinado momento, me entristeci, pois me dei conta de que muitos não dão valor à mãe que têm, e outros nem mãe têm... Eu sempre observei minhas mães. Nenhum detalhe fugia de mim. Assim, aprendi a dar valor e a entendê-las. E sinto saudade! Que saudade daquele café da manhã simples, mas com muito amor. Às vezes reclamamos da comida ser simples ou muito repetitiva, mas nem sempre paramos para ver nossos pais chorarem, nos cantos, por não terem condições para comprar algo melhor. Eu parei, e vi muitas vezes essa cena. Mas dá saudade desse cuidado, que muitas vezes passa despercebido. O cuidado de nos dar boa noite e nos abençoar, mesmo estando brigados com elas. É incrível perceber que mesmo cansadas estão sempre prontas a nos ajudar, animar, amparar e corrigir... Mesmo quando estes gestos de carinho vinham por meio de chineladas e broncas. Só quando se perde uma mãe é que se dá grande valor a todas as atitudes dela, porque é na singularidade de sua existência que encontramos um amor insubstituível... Ainda sinto falta de me deitar nos braços de minha avó, de chegar, mesmo quando tinha doze anos, da escola e tê-la ali sempre a me esperar na esquina, sempre... O mundo dela parava para fazer parte do meu. E muitos ainda desprezam esta atitude de seus pais. Que saudade.

Talvez você nunca tenha feito isso: parar para observar aquela que hoje Deus lhe confia como mãe. Seja ela biológica ou não. Mas eu o convido a fazer isso... Note o quanto ela envelheceu, repare nas pequenas e discretas rugas, o cabelo branco que desponta na cabeça... Perceba que ela não tem mais o mesmo fôlego de antes, e que hoje se cansa com mais facilidade, note e compreenda, repare e guarde em seu coração o sorriso dela, o modo que ela penteia o cabelo, a voz dela... Ah! Que saudade de ouvir a voz dela... Você conhece sua mãe? Você seria capaz de lembrar de tudo isso, ou mais, que eu rapidamente citei aqui? Se sua resposta for NÃO, então eis a sua chance. Não deixe o tempo levá-la para começar a dar-lhe valor; porque muitos gostariam de ter uma mãe para amar e observar, e não têm.

É hora de amar, e fazer do Dia das Mães um dia especial, assim como ela é para você. Faça com que este dia seja inesquecível e cheio de gestos de carinho! Pare e a contemple, e seja feliz por saber que ela é única no mundo. Por algum tempo, por alguns segundos, faça parte de seu mundo, e se achar isso difícil, peça a Maria que o auxilie!

Eu só escrevi isso, porque precisava dizer: “TE AMO, MÃE!” E sempre vou amar.

 

Paulo Sérgio Casella Filho, 04 de maio de 2006

Vejam esta mensage que recebi por e-mail de uma amiga q tb recebeu!

Esta história é real!

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem
forças, mas pedi para a enfermeira Dane minha amiga escrever esta carta que
será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais:
Eu era uma jovem "sarada", criada em uma excelente família de classe média
alta Florianópolis. Meu pai é Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e
procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem
e melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar.
Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a
Agência Kasting e fui até o final do concurso que selecionou as novas
Paquitas do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um Book na
Agência Elite em São Paulo.
Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por
onde passava. Estudava no melhor colégio de "Floripa", Coração de Jesus. Tinha
todos os garotos do colégio aos meus pés.
Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema, curtia com minhas
amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas saradas,
física e mentalmente.
Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em
outubro de 1994. Fui com uma turma de amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau.
Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau,
achei tudo legal, fizemos um esquenta no "Bude", famoso barzinho na Rua XV.
À noite fomos ao "PROEB" e no "Pavilhão Galego" tinha um show maneiro da
Banda Cavalinho Branco. Aquela movimentação de gente era trimaneira"".
Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o
Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro
dia e OKTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP.
Que sensação legal curti a noite inteira "doidona", beijei uns 10 carinhas,
inclusive minhas amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com
guaraná para enganar os "meganha", porque menor não podia beber; mas a gente
bebeu a noite inteira e os otários" não percebiam.
Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico,
numa maca dos Bombeiros. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar.
Quando fui ao apartamento quase "vomitei as tripas", mas o meu grito de
liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal
estar daqueles como tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de
S. Paulo, que alugaram um ap" no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia
eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no
sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 h da manhã fomos ao "ap"
dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada
ao famoso baseado "Cigarro de Maconha", que me ofereceram.
No começo resisti, mas chamaram a gente de "Catarina careta", mexeram com
nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita,
de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei
novamente.
O garoto mais velho da turma o "Marcos", fazia carreirinho e cheirava um pó
branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me,mas não tive coragem naquele
dia. Retornamos a "Floripa" mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu
sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para
eu novamente deparar-me com meu assassino "DRUGS".
Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me
envolver com uma galera da pesada, e sem perceber, eu já era uma dependente
química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu
cotidiano.
Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo,
experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria.
Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela
ficava mais forte, e aos poucos não compartilhávamos a seringa e sim, o
sangue que cada um cedia para diluir o pó.
No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a
galera repartia e o preço era acessível. Comecei a comprar a "branca" a R$
7,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$ 15,00 a boa,
e eu precisava no minimo 5 doses diárias.
Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus "novos amigos". Às
vezes a gente conseguia o "extasy", dançávamos nos "Points" a noite inteira
e depois... farra!
O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no
início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha
vida...
Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas...
Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas
com uns velhos que pagavam bem.
Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir
dinheiro. Aos poucos toda a minha família foi se desestruturando.
Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação.
Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para tentar reverter o
quadro.
Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas logo estava me picando
novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família.
Em dezembro de 1997 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que
havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando, ou através de
relações sexuais muitas vezes sem camisinha.
Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais
para transar sem camisinha. Aos poucos os meus valores, que só agora
reconheço, foram acabando, família,amigos,pais, religião, Deus, até Deus,
tudo me parecia ridículo.
Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los.
Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo.
Estou internada, com 24 kg, horrível, não quero receber visitas porque não
podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração
peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca...
Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde
demais pra mim.
OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de
Florianópolis e a enfermeira Danelise, que cuidava de Patrícia, veio a
comunicar que Patrícia veio a falecer 14 horas mais tarde depois que
escreveram essa carta, de parada cardíaca respiratória em conseqüência da
AIDS.
Por favor, repassem esta carta. Este era o último desejo de Patrícia.
POR FAVOR AMIGOS, PEÇO-LHES ENCARECIDAMENTE QUE ENVIEM ESSA CARTA A TODOS...
SE ELA CHEGOU A SUA MÃO NÃO É POR ACASO! SIGNIFICA QUE VOCÊ FOI ESCOLHIDO
PARA AJUDAR ALGUÉM!
Reflitam!!!

2月8日

Namoro "tribalista"?

 

"Ser ou não ser de ninguém?"

(Baseado no texto de Arnaldo Jabor)

Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também". No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo e reclamam de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.

A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu! Estar junto é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso afetivo, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Talvez sim. Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, onde "toda ação tem reação"?.

Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar, namorar e "não ser de ninguém" - para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.

Embora já saibam namorar, "os tribalistas" não namoram. Ficar, também é coisa do passado! A palavra de ordem hoje é "namorix". A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada por seus namorix, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho.

Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu, afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança?

A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais. Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga somente o lado negativo das relações mais sólidas.

Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer bom dia, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter "alguém para amar".

Já dizia o poeta que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos infelizmente na lição que nos foi passada nas décadas passadas: "relação é sinônimo de desilusão". O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio a confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo), vendem na maioria das vezes a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras.

Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição.

A questão não é causal, mas quem sabe correlacional. Podemos aprender a amar se relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações.

Ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento... É arriscar, "pagar pra ver" (mesmo que um preço alto) e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.

Ser de todo mundo, não ser de ninguém, é o mesmo que não ter ninguém também... É não ser livre para trocar e crescer...

É ESTAR FADADO AO FRACASSO EMOCIONAL E À TEMIDA SOLIDÃO.

1月31日

Sejam Todos Bem-Vindos!!!!!

A Paz estejam com todos vocês carissimos irmãos e irmãs...
è com grande alegria q eu vos saúdo... sejam todos muito bem-vindos!
este é o nosso cantinho... onde colocaremos nossas esperiencias enfim, partilharemos nossas vidas, e rezaremos muito...rsrsr. e claro falaremos de nossa amizade!
a vocês velhos amigos e a vocês novos amigos... eu deixo livre para q em seus comentarios vcs see xponham e sejam vcs mesmos....! beijos a todos vcs!
com carinho .... Paulinho! CN